Areia

4.22.2010 -



e se rasgo papéis
no ralo, anéis
fotografias do que um dia
foi belo
se chuto essa fortaleza
em grãos, castelo
que por ventura construí
é que me enlameia toda a alma
machuca a paz e a calma,
aquilo que veio para ser bonito
     tiro o vestido, e ninguém tem nada com isso:
eu que arque com as inconseqüências
       do que já nasceu estéril e sem compromisso.

8 Comentários:

  1. acho seus posts ótimos :) de quem é esse poema?:*

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  2. gostei TANTO que nem consigo dizer nada a respeito!
    sempre MUITO bom vir aqui *-*
    beijos

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  3. Caramba, gostei muito! O final foi o melhor:

    'eu que arque com as inconseqüências do que já nasceu estéril e sem compromisso.'

    Nem sei explicar o quanto consegui entender o sentimento.

    Lindo como sempre!

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  4. Ah... como é bom ler aqui...
    e sentir exatamente o que vc disse com "eu que arque com as inconseqüências do que já nasceu estéril e sem compromisso".

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  5. Lindos versos menina!
    Cheios de vida e sentimentos, mas ao mesmo tempo senti que vc apenas quer se desfazer de certas lembranças.


    beijosss

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  6. maravilhoso...amei.......to seguindo....

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  7. Isa, tudo, tudinho que aqui é postado, é MEU, de minha autoria! hahaha
    Fico feliz que tenham gostado, meninas. OBRIGADA, FLORES!
    Beijoca

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